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Quer jogar grátis? Então toma!

Pelo menos alguma vez em sua vida digital você já deve ter passado por jogos como “Candy Crush”, “Plants vc Zombies”, “Clash of Clans” entre outros.

Esses jogos são chamados de “Free-to-play”, mas escondem estratégias complexas e super avançadas que estimulam o usuário a gastar dinheiro nos Apps. 

Até mesmo os donos dos Cassinos em Las Vegas se surpreenderiam com a quantidade de estudos comportamentais feitos para produção desses joguinhos tão inocentes.

Como se fosse uma praga, esse tipo de jogo está se proliferando em uma velocidade avassaladora, mas todos eles  sempre apresentam suas ideias pautadas pelas seguintes premissas:

O usuário NÃO tem autocontrole: Desenvolvedores apostam na natureza finita de nossa força de vontade, e eles sabem que em um momento seremos sucumbidos a usar nosso rico dinheirinho. Quando uma pessoa está envolvida no jogo e se vê em um momento onde aparentemente a única maneira de avançar no jogo é por meio de uma compra, ela tende a desembolsar o valor proposto.

Reciprocidade: Essa estratégia funciona muito melhor nos EUA do que no Brasil, mas a ideia é fazer algo que realmente deixe os usuários interessados no jogo a ponto que eles se sintam na obrigação de retribuir o agrado com doações aos desenvolvedores bonzinhos que disponibilizaram o App de forma gratuita.

Dinheiro de mentirinha: A ideia aqui é fazer com que os usuários se percam na quantidade de dinheiro real que já colocaram dentro do jogo.

Competição: Jogar com seus amigos é muito legal, mas ganhar é melhor. Sabendo disso os desenvolvedores disponibilizam maneiras de potencializar o poder de fogo de quem investe no jogo.

E agora?

Tá achando esses joguinhos bobinhos?

 

Por Fernando Amaral
Redes Sociais e Inteligência.
Publicado em 07/11/2014 em fernandoamaralweb.com

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